Confesso que não estou nem aí para as letras de músicas (exceto o funk, que não dá para ignorar). Confesso que a melodia mexe muito mais comigo do que qualquer outra coisa (tá, há letras e letras, mas combinadas com uma boa melodia são capazes de me enloquecer).
Sempre fui sacaneda por gostar dos Backstreet Boys. Foda-se. Gostao mesmo. Desde a infância (sim, gosto desde os 10 anos), as baladinhas mexem com meu coraçãozinho fraco e leviano. Me apaixonei por quase todos os integrantes do grupo, as músicas foram temas dos meus amores adolescentes, enfim, eu sei que estão me achando cafona, mas tenho que desabafar.
Pois bem. Vim falar de paixão. Não, não estou super apaixonada por alguém que posso tocar. Mas essa música me traz os instintos mais lovers. Me apaixonei de novo por essa pessoinha, que com a mágica da sua canção, na qual fala de ódio e amor, me fez ouvi-la em um dia por mais de dez vezes.
E o incrível, estou apaixonada. A letra podia muito bem servir para um ex namorado, um affair, mas não. Estou apaixonada pelo A.J Mclean, integrante dos Bsb, minha penúltima paixão no grupo. Agora, atual.
Ele sempre foi o melhor no grupo. Só reparei agora. Sua voz rouca, seu amor pela música (dá pra sacar), até o rebolado (rs), resultou no cd "Have it all", o qual tive o prazer de escutar essa semana. (Thanx, Paloma!- E Stephan que me ajudou a ser mais malandrona!). Mas, como fã que não se adequa às novidades, me prendi ao mais próximo que poderia chegar às baladinhas dos bons tempos de Backstreet Boys.
Ela é uma cópia do "Dez coisas que odeio em você.". Fato. Já disse, foda-se (minha mãe odiaria meu blog). E a melodia (peraí, deixa eu colocar a música de novo), dramática, adolescente, me faz viajar, amar, odiar, suspirar. Eu sempre imagino um clipe quando ouço músicas que me tocam. Nessa por exemplo, eu seria a protagonista (óbvio, estou amando o AJ), e filha da puta. Ele sofreria demais por mim (sonho!). As cores, frias, imagens um pouco turvas, levariam o drama através das imagens (ai como amo o Aj sofrendo por mim). Deixa eu parar de viajar, quando começo a escrever ninguém me entende (espero que nos factuais sim, se não morro de fome). Enfim, comunicação é tudo né? A música, as imagens, até as letras (aquelas que eu não presto atenção), nos levam às mais diversas sensações...quero gravar um videoclipe!
Para quem está aberto às paixões (e aos Backstreet Boys, o que duvido muito), segue a música:
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A música e as sensações (de fã dos Backstreet Boys)
Hate It When You're Gone - AJ Mclean
I hate it when I come home
And you're already asleep
Talk things out without talking to me
I hate how you expect
That I'll let you down
I hate the way you seem to always make us late
You pick a fight and I take the blame
I hate the way you keep it so cold in this room
(CHORUS)
I hate how you steal the covers
I hate how you fight with your mother
But more than your favorite song
I hate it when you're gone
Yeah, I hate it when you're gone
I hate it when I ask if I'm the best that you've had
You answer to slow and then you turn your back
I hate it when you compare me to others that came before
I hate the way you whisper to your friends on the phone
The way you can make me feel so all alone
I hate it when I feel like you're trying to hard
(CHORUS)
I hate when you're lost in the TV
I need you, but you barely see me
I'm more than admitting I'm wrong
I hate it when you're gone
I said, I hate it when you're gone
It's always
It's never
You roll your eyes and say whatever
And I just go along
I just go along
And I hate just how much I adore you
And I hate that I can't be there for you
I'm more than admitting I'm wrong
I hate it when I see you crying
You say you're okay, but you're lying
and more than talking to a stone
I hate it when you're gone
Yeah, I hate it when you're gone
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Preguiça.. o meu pecado!
Uma bom dia preguiçoso para vc!
terça-feira, 7 de julho de 2009
A morte de Michael Jackson e sua repercussão midiática
Quando termino esse último parágrafo falando sobre quando conheci o adjetivo Rei do Pop, não questiono ironicamente o quanto Michael Jackson foi importante para o mundo musical, mas, se quer saber, só fui parar para refletir sobre isso após todo esse acontecimento. Foi quando a mídia pautou em mim o signo Rei do Pop, que anda me emocionando e me acompanhando durante os 13 dias desse boom midiático, digno de me deixar paranóica com o suposto fantasma do ídolo que apareceu em Neverland.
A morte de Michael Jackson e sua repercussão midiática II
Não teve alternativa. O mundo voltou-se para o rancho de Neverland e para a história do Rei do Pop. Em matérias de poucos minutos fiquei sabendo onde ele nasceu, que ele estava endividado, que já foi casado com outra mulher além de Lisa Presley entre outras cositas más. Também vi a foto dele sendo levado para a ambulância, a certidão de óbito, o caixão de bronze com sei lá quantos quilates de ouro, o discurso emocionado de sua filha. Ah, e sim, um vulto em uma matéria da CNN que tanto me deixou assustada! Concordo que seja necessário todo esse histórico, já que trata-se de uma técnica jornalística. Mas cheguei a pensar que toda essa facilidade midiática seria para encenar a morte do Jackson para escondê-lo para sempre de tudo. Tipo a lenda Elvis Presley.
Porém, o que me impressionou foi a reafirmação de um ídolo após sua morte.
Apesar de achar clichê a história de que “só se fala bem da pessoa quando ela morre”, vou me apropriar dessa posição. Vocês já pararam para pensar o quanto a mídia mistificou e criou o signo de anjinho e sofredor para o Michael, sendo que antes tudo o que se falava era que ele era “comedor de criancinhas”? Apesar de defender em alguns aspectos os meios de comunicação, eu sou aquela velhinha (no meu caso, a minha avó) que agora se revolta com a mídia em volta do caixão falando bem do ídolo, sendo que anteriormente só o criticava. Mas acredito nesse lado bom do Michael, que aparentava sim ser uma pessoa mal compreendida.
A morte de Michael Jackson e sua repercussão midiática III
Eu sei que em um texto deveríamos propor soluções para os problemas que explicitamos. Mas como Michael Jackson, gostaria de deixar perguntas no ar. Não vim com o propósito de apontar uma solução para a mídia em se tratando de morte de celebridades. Apenas quis mostrar o quanto estou assustada com como a morte desse ídolo comoveu a opinião pública. I´m NOT bad. But I can´t heal the world with my words. But Jackson could do this with your music. At least the TV told me.
(Me empolguei com o inglês tentando jogar com suas músicas. Tradução: Não sou má. Mas não posso curar o mundo com minhas músicas. Mas Jackson pôde com sua música. Pelo menos a TV me disse.)
E agora, quem você acha que vai ser o próximo protagonista de um futuro espetáculo fúnebre?
